Werner Schmidt, pai, corredor e idealizador da Evus.
Em determinado momento, fiz uma escolha comum a muitos atletas no Brasil: parei de competir para focar nos estudos e seguir o caminho da Engenharia de Materiais.
Na infância e adolescência, competi na natação até os 15 anos.
Mas, em determinado momento, fiz uma escolha comum a muitos atletas no Brasil: parei de competir para focar nos estudos e seguir o caminho da Engenharia de Materiais.
Mesmo longe das competições, sempre pedalei para passear e corria semanalmente, em distâncias curtas — até 5 km — mais por saúde e pela sensação que o pós-treino proporciona.
Em 2021, resolvi juntar tudo isso.
Peguei minha MTB e fiz minha primeira prova de Sprint Triathlon, no inverno, sem roupa de borracha, pedalando e correndo de sunga e camisa. Não foi sobre tempo, nem resultado. Foi sobre sensação.
E ali eu entendi: o triathlon fazia sentido para a fase de vida que eu estava vivendo.
Desde então, comecei a me dedicar de forma constante, encaixando os treinos na rotina possível.
Hoje, concilio trabalho em horário comercial, dois filhos pequenos e o esporte.
Sem romantizar. Sem fórmulas mágicas. Com organização, renúncias e muito propósito.
Já fiz 3 Ironmans, e minha meta esportiva é clara: seguir fazendo ao menos um Ironman por ano.
No fim, tudo se resume ao equilíbrio e a manter o tripé em pé, na ordem certa:
Família.
Trabalho.
Treinos.
Nessa ordem. Sempre.
